Olá colegas!
Minha experiência marcante com a
leitura e a escrita, começou aos 5 anos. Minha mãe tinha um livro antigo,
Cinderela, que havia ganhado na infância, de tão velho o livro foi encapado com
plástico. Todo dia ela tinha que ler a história para mim, até que ela cansou do
mesmo livro e começou a indicar o que as palavras diziam, uma a uma,
adivinhem... Acabei aprendendo a ler aquele livro, e comecei a copiar as
palavras. Esse foi o começo da minha história. Não posso esquecer-me de dizer
que o livro hoje é meu, ainda não tive coragem de passá-lo adiante!
Mas minha experiência não para
por ai... Meu pai sempre teve um comércio (pequeno), e um compadre dele, que
atendia por Gerardo baiano, trabalhava como pedreiro e ficou sabendo pela minha
mãe que eu adorava livro, a partir dessa descoberta todos os livros que ele
encontrava por onde andava ele trazia para mim. Imaginem uma criança de sete
anos ganhando o livro LOLITA de Vladimir Nabokov, pois é eu li, mas só aos 14
anos eu consegui entender um pouco a história do livro.
Graças a esse amigo que me presenteava
com todas as espécies de livros, gibis, revistas, enciclopédias (incompletas), é
que ainda mantenho uma prateleira repleta de histórias e me incentivou durante
os estudos inclusive na formação acadêmica: formei-me em Letras.
Mônica Cristiane de Souza. 06 JUN. 2013
Minha experiência marcante com a leitura e a escrita, começou aos 5 anos. Minha mãe tinha um livro antigo, Cinderela, que havia ganhado na infância, de tão velho o livro foi encapado com plástico. Todo dia ela tinha que ler a história para mim, até que ela cansou do mesmo livro e começou a indicar o que as palavras diziam, uma a uma, adivinhem... Acabei aprendendo a ler aquele livro, e comecei a copiar as palavras. Esse foi o começo da minha história. Não posso esquecer-me de dizer que o livro hoje é meu, ainda não tive coragem de passá-lo adiante!
Mas minha experiência não para
por ai... Meu pai sempre teve um comércio (pequeno), e um compadre dele, que
atendia por Gerardo baiano, trabalhava como pedreiro e ficou sabendo pela minha
mãe que eu adorava livro, a partir dessa descoberta todos os livros que ele
encontrava por onde andava ele trazia para mim. Imaginem uma criança de sete
anos ganhando o livro LOLITA de Vladimir Nabokov, pois é eu li, mas só aos 14
anos eu consegui entender um pouco a história do livro. Graças a esse amigo que me presenteava com todas as espécies de livros, gibis, revistas, enciclopédias (incompletas), é que ainda mantenho uma prateleira repleta de histórias e me incentivou durante os estudos inclusive na formação acadêmica: formei-me em Letras.
Mônica Cristiane de Souza. 06 JUN. 2013